A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) anunciou a seleção que representará o país no Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica, que será disputado entre 12 e 16 de agosto, em Frankfurt, na Alemanha. Além de reunir as principais atletas da modalidade, a competição terá papel decisivo no ciclo olímpico ao distribuir vagas para os Jogos de Los Angeles 2028.
O Brasil chega ao Mundial em um dos melhores momentos de sua história na modalidade. A equipe conquistou medalhas de ouro e prata na etapa da Copa do Mundo de Milão, resultado que levou a técnica Camila Ferezin a manter a base do conjunto nacional. A expectativa é transformar a boa fase em classificação olímpica e consolidar o crescimento brasileiro no cenário internacional.
“Nossa equipe evoluiu muito nos últimos anos e chega preparada para competir entre as melhores do mundo.”
Camila Ferezin, técnica da Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica, em entrevistas concedidas à Confederação Brasileira de Ginástica durante a temporada.

Na disputa por conjuntos, o Brasil será representado por Maria Eduarda Arakaki, Julia Kurunczi, Maria Paula Caminha, Nicole Pírcio e Sofia Madeira Pereira, mantendo a estrutura responsável pelos principais resultados da temporada. No individual, as representantes serão Bárbara Domingos, Geovanna Santos da Silva e Maria Eduarda Alexandre, atletas que também vivem excelente fase.
Durante o Campeonato Pan-Americano, realizado no Rio de Janeiro, a delegação brasileira conquistou oito medalhas, sendo três de ouro. Geovanna Santos venceu as provas de arco e fita, enquanto Bárbara Domingos conquistou o ouro nas maças, resultados que reforçam a confiança para o Mundial.

O Campeonato Mundial representa um dos momentos mais importantes do calendário internacional da modalidade. Além das medalhas, estarão em disputa seis vagas para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, divididas entre competições individuais e de conjuntos.
A convocação reflete a continuidade do trabalho desenvolvido pela comissão técnica e reforça a evolução da ginástica rítmica brasileira nos últimos anos. Depois dos resultados expressivos em competições internacionais, o objetivo agora é transformar o bom desempenho em classificação olímpica e manter o Brasil entre as principais potências emergentes da modalidade.